É sempre o mesmo. Amar-te já se tornou um ritual assim como perder-te. O teu silêncio é uma constante e o meu também se tornou parte do meu dia a dia. Já não há sorrisos, nem surpresas, nem segredos, nada para quebrar esta monotonia a que insisto em apelidar de vida. Já te vi partir tantas vezes, já me vi deixar te tantas vezes, sempre a jurar que era para sempre. Desta vez pelos vistos é diferente. Parece que vou cumprir a promessa, acabou mesmo. Tu não voltas, e eu já não tenho forças para te ir buscar.
Todos os dias dói sempre mais um bocadinho.

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