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A autora.

Chama-se jéssica, com j pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou uma cinderela. Gosta de decalçar sentimentos e remexer em entranhas. É muito cabeça, e ao mesmo tempo, muito coração. Quando fica nervosa morde o lábio inferior e fixa as pontas dos dedos. Tem os olhos pequenos, os lábios cheios, e o coração grande, bem grande.



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Sabes o que eu quero? Que um dia alguém goste de mim como eu gosto de ti. Nem precisas de ser tu.


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16.6.10

cinquenta e seis.

És a pessoa mais insegura que conheço. Ou pelo menos fazes por aparentá-lo. Não sei se fazes de propósito ou se tens mesmo uma necessidade protecção constante. Porque se é isso que acontece, eu posso continuar a proteger-te como sempre fiz, pequenino. Mas não sejas tão inseguro, não tens razões para isso. Até porque essa tua insegurança dá-me cabo da cabeça, torna-te imprevísivel. Não gosto de rotinas, tu sabes (ou devias saber), mas gosto de saber com o que contar. E de ti não sei nada. Mudas todos os dias, falas coisas diferentes todos os dias, comportas-te de maneira desigual todos os dias. Todos. Tenho medo de falar contigo, por isso. Não sei se estás num dia bom, num dia mau, se é um daqueles dias que não podes ver à frente ou se é um dos poucos em que me queres na tua vida. Não sei. Vens, vais. Chegas, partes. Avanças, recuas. Não podes simplesmente ficar parado aqui, sem fugir de mim?

E não podes vir, e ficar para sempre?


(Disse que ia deixar de publicar aqui mas não posso. Não posso deixar o meu cantinho ao abandono, esta cantinho que tanto me protege, que é meu e só meu. E além de não poder, não quero.)

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