"Não imaginas as vezes que já pensei num possível beijo. Aquele que nunca aconteceu. Mas que sempre que o imagino, sinto borboletas na barriga. É impressionante o tempo que eu passo a gostar de ti, o tempo aliado à distância e a tudo o que se interfere no meio. Nunca te dei um abraço e sinto inveja de quem tos pode dar a qualquer hora. Tenho inveja daqueles que têm a tua atenção, não como amigo mas como algo mais. Gostava que olhasses para mim daquela forma, especial. Não imaginas o quanto tenho que me aguentar para não te dizer o que sinto mas acho que após este tempo todo, já não vale a pena. Às vezes, confundes-me. Dizes coisas que eu nunca pensei que dissesses ou que quisesses dizer mas por um lado fico feliz. Tantos foram os dias que eu pensei no teu sorriso, no teu jeito, simples e tímido, que eu adoro. No brilho dos teus olhos quando sorris, cheia de vergonha e o sorriso de quando fazes alguma coisa que te embaraça. Podia continuar a enumerar tudo o que eu sei de ti sem tu saberes mas é escusado. Gosto de ti. Já procurei tantos de ti e nunca encontro ninguém. Isto porque ninguém se assemelha a ti, és único e o quanto eu queria que fosses meu (…) . Mas vou continuar a amar-te, sozinha."
Acho que nunca li um texto que se identificasse tanto com aquilo que sinto.

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