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A autora.

Chama-se jéssica, com j pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou uma cinderela. Gosta de decalçar sentimentos e remexer em entranhas. É muito cabeça, e ao mesmo tempo, muito coração. Quando fica nervosa morde o lábio inferior e fixa as pontas dos dedos. Tem os olhos pequenos, os lábios cheios, e o coração grande, bem grande.



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Sabes o que eu quero? Que um dia alguém goste de mim como eu gosto de ti. Nem precisas de ser tu.


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6.9.10

sessenta e seis.

Esta podia ter sido perfeitamente uma conversa minha. $:

1.9.10

sessenta e cinco.

Adiei tanto este desafio das cartas porque não sabia a quem escrever logo na primeira. Era a única que estava sem destinatário, pelo menos aparentemente. Sabes bem que nunca fui de ter um melhor amigo, ou uma melhor amiga. Todos os meus amigos estão no mesmo plano: ou são os melhores, ou não são amigos, são conhecidos. Sempre pensei assim até tu apareceres. Tornamo-nos logo inseparáveis não foi? Consideraste-me desde cedo a tua melhor amiga, e eu acabei por te considerar a minha também. Não penses que me esqueço de tudo o que te confiei, não julgues que não me recordo que és das pessoas que mais sabe sobre mim, até mesmo o que eu não sei. Lembro-me de tudo, cada pedaço da nossa história. Sabes, um dia ainda penso voltar a juntá-los todos e revivê-la, a teu lado. Mas agora não, pois não? Não sei o que se passou mas o que é certo é que agora não somos nem conhecidas, quanto mais amigas. Passamos na rua e fingimos que nem nos vemos e por mais que tente encontrar uma explicação ela não aparece. O que se passou, o que aconteceu? Onde está a amizade perfeita que toda a gente invejava, para onde foi ela, para onde? Não percebi porque me deixaste com um recado a dizer que ias ter saudades de tudo. Foi como se fosse uma despedida mas eu nunca te mandei embora, M. Jamais o faria.


Com carinho,
Jéssica.
#1- Letter to your best friend.

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