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A autora.

Chama-se jéssica, com j pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou uma cinderela. Gosta de decalçar sentimentos e remexer em entranhas. É muito cabeça, e ao mesmo tempo, muito coração. Quando fica nervosa morde o lábio inferior e fixa as pontas dos dedos. Tem os olhos pequenos, os lábios cheios, e o coração grande, bem grande.



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Sabes o que eu quero? Que um dia alguém goste de mim como eu gosto de ti. Nem precisas de ser tu.


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11.6.10

quarenta e cinco.

Às vezes pensamos que o silêncio é o sinónimo do acabar de tudo, do fim. Pensamos que quando se deixam de ouvir sons, ruídos, vozes, o mundo vai acabar e nem vamos ter tempo de dizer adeus. Mas o silêncio, ao contrário do que nós pensamos, é tudo menos o fim, é tudo menos silêncio. Se soubermos escutá-lo, o silêncio diz-nos tudo, mesmo aquilo que não queremos ouvir; e ao escutarmos claramente, neste silêncio impenetrável, os nossos medos, frustações e desejos, encontramo-nos para fazer do fim um início. Se deixares de ouvir a minha voz não te preocupes, então. Devo estar demasiado ocupada para falar, é só isso. Demasiado ocupada a pensar em ti. Mas, apesar de não me ouvires a mim, deixa-te ficar aqui, no silêncio. Não vás embora. Escuta este silêncio, ouve o meu coração, que, como tudo o resto, se encontra assim, silencioso. Sim, porque a sua batida não é perceptível, já que tu me matas e acabas com ele, todos os dias.

Continua a ouvi-lo, com mais atenção. Amo-te.

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