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A autora.

Chama-se jéssica, com j pequeno e um dia vai ser bailarina de caixa de música ou uma cinderela. Gosta de decalçar sentimentos e remexer em entranhas. É muito cabeça, e ao mesmo tempo, muito coração. Quando fica nervosa morde o lábio inferior e fixa as pontas dos dedos. Tem os olhos pequenos, os lábios cheios, e o coração grande, bem grande.



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Sabes o que eu quero? Que um dia alguém goste de mim como eu gosto de ti. Nem precisas de ser tu.


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31.5.10

vinte e três.

Agora que releio tudo o que já escrevi sobre ti, sinto me orgulhosa de mim. Escrevi isto tudo sem derramar uma única lágrima. Antes pensava que me tinhas tornado fraca porque eu chorava por ti. Ninguém sabia, mas chorava, às vezes, sozinha no meu canto. Agora sei que não me tornaste fraca. Tornaste-me fria. Mal sorrio, mal choro, mal falo, mal me importo com os outros. Sou fria.

vinte e dois.



Tenho pena de tanta coisa. Tenho principalmente pena que me conheças há tanto tempo e mesmo assim não saibas nada sobre mim. Duvido sequer que saibas a forma dos meus lábios ou do meu nariz, de que eu tanto gosto. Os meus lábios são carnudos e bem desenhados e ficam maiores quando não durmo. O meu nariz é arrebitadito na ponta e parece uma rampa. De resto não gosto de nada em mim. Não sabes nenhum dos meus tiques, das minhas manias; não sabes qual a diferença do meu riso quando estou realmente feliz ou quando estou só a fingir; não sabes o que gosto que me façam quando estou triste. Não sabes nada. Eu de ti pelo menos sei alguma coisa. Sei que gostas de atenção. Sei que tens uns lábios apetitosos, bem desenhados. Sei que o teu cabelo faz caracóis, principalmente nas pontas. Sei que quando sorris com sinceridade o sorriso não é um sorriso a mostrar os dentes, enorme, mas sim um sorriso reservado e pequenino. Sei que os teus olhos são vazios e não é possível captar grande coisa através dele. Sei que quando jogas futebol tens um tique com as mãos. Aliás, sei que não gosto das tuas mãos (é a única coisa que eu não gosto mesmo em ti). Sei que dizes a todas a mesma conversa sobre puxos do estilo “Dá-me um puxo para quando o vir me lembrar de ti.” E sei que da maneira como tu puxas essa conversa as gajas caem toda. Sei lá, sei tanto sobre ti.
Volta $:

vinte e um.

Estou a tentar recordar me da última noite em que dormi mais de quatro horas, sem interrupções, sem pesadelos, sem acordar em sobressalto. Estou a tentar recordar me, mas está difícil. $:

vinte.

São 2h18 e continuo a pensar em ti. Estou a chegar à loucura.

dezanove.

É uma da manha e estou cansada de pensar em ti.

30.5.10

dezoito.

Estou farta de falar com o coração. Aliás, de que vale usar aquilo que se tornou o nosso pior inimigo? Não sei, faço de tudo para tudo dar certo e não consigo. Sinto me a ser levada ao limite de mim e sinceramente não sei se aguento muito mais. Não sei por quanto mais tempo vou aguentar as palavras que não te digo, as palavras que não me dizes, as conversas que não temos. Não sei se vou continuar a conseguir ver te e não te falar, nem sorrir, nem chorar, nem nada. Não sei ainda se conseguirei viver se não deitar cá para fora tudo aquilo que tenho aprisionado cá dentro e que não te consigo dizer nem dar a sentir, estas lágrimas de alma amargurada que já nem diz aquilo que sabe, nem sabe aquilo que diz. Foste o meu anjo durante tanto tempo e mesmo assim não me conheces e sinceramente nem sei se algum dia te importaste com isso. Mas sabes, eu sofro, eu tremo sempre que vou ao telemovel e vejo que não foi de ti que recebi uma chamada, ou uma mensagem, eu tento chorar mas já não tenho mais lágrimas para derramar, eu passo as noites em claro só a tentar perceber onde errei, porqe nós não deu, não dá e não dará! Eu morro por dentro sempre que tu dizes que vens e afinal ficas, eu morro por dentro sempre que tenho de dizer "acabou". Contigo eu morro por dentro todos os dias. E, sinceramente, excluindo a dor e a saudade, duvido que ainda ha ja alguma parte viva, dentro de mim.

Pára coração, pára.

dezassete.

"Falamos amanha sim? Encara isso como uma espécie de despedida, eu depois deixo te em paz, meu bem, não te preocupes. Gosto muito de ti, beijinho."
"O que?! Uma despedida? Então não falo contigo, não quero que me deixes em paz. Não quero mesmo, antes pelo contrário, fogo."


Era por isto que ainda valia a pena. $:

dezasséis.

«Se matam por amor disparem sobre mim de uma vez por todas.»

quinze.

Amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te, amo-te, odeio-te.

E é nisto que a minha vida consiste. Isto e saudades. $:

catorze.

It kills me.

29.5.10

treze.

Por favor pára, pára coração. Não te esqueças que quem sai despedaçado és tu mas quem sofre sou eu. (...)

doze.

Sou fraca porque tu me fizeste assim, e acredita que nunca te vou perdoar isso.

28.5.10

onze.

Explica me o porquê disto, quando tudo estava bem. Fogo, depois da reaproximação, depois de te tornares outra vez o melhor de mim, porquê isto, porquê?! Disseste qe agora era para sempre, e mais uma vez falhaste. Importas te de não me ignorar? É que estou prestes a rebentar, de saudades.

27.5.10

dez.

Não era suposto chegar a casa e encontrar um lar, um espaço, um refúgio? Sim, era. Era suposto (...)




(E tambem era suposto não te amar depois de tanta merda. $:)

26.5.10

nove.

O meu coração bate por ti, sabias? Só por ti. Mas agora ele dói, dói tanto (…). É incrível pensar que bastava tu quereres que ele não doesse para ele continuar com a sua batida frenética, acelerada, tão característica de mim. Mas tu não queres, já não (me) queres. Já nem sequer queres seguir aquilo que sentes, esquecer os outros e desaparecer, para o teu (nosso) mundo, como fazias antes, levando me a mim atrás. Nem ouves o teu coração. E se não queres ouvir o teu, pelo menos escuta o meu. Escuta-o com atenção porque ouvirás o teu nome. Como já te disse, ele bate por ti, só por ti.

oito.

I wish I was the last on your mind before you went to sleep. $:

25.5.10

sete.

Apesar de não ser essa a intenção que tive, parece que tens um blog inteirinho dedicado a ti. Até esta parte conseguiste da minha vida. Tens o meu blog para ti, tens a minha alegria (sim, porque se não és tu quem a tem, entao está perdida de vez), tens o meu coração, o meu pensamento, as minhas horas de sono, a MINHA VIDA. E eu de ti, tenho o que? indiferença.

Andas a despedaçar me e isso tem de acabar. Um dia.

seis.

Odeio te porque dizes sempre "amanhã falamos". E odeio te ainda mais porque o teu amanha nunca chega.

Estou no limite $:

24.5.10

cinco.

Preciso de uma razao para viver. Será assim tão dificil encontrar uma?

quatro.

Estou a escrever um ensaio patético sobre o sentido da vida para filosofia onde vou defender que a vida tem sentido. Patético mesmo. Se basta faltar uma pessoa no nosso mundo para que a vida nao tenha sentido, como posso eu estar a defender isto?
A mim só me faltavas tu, e se tu aqui estivesses podia escrever que a vida era uma coisa maravilhosa, cheia de bons momentos que a faziam ser real e com sentido. Mas não, tu não estás comigo e por isso aquilo que vou escrever vai ser uma treta patética, tal como este sentimento, patético.

23.5.10

três.

I wish you thought I was the reason you are in the world.

dois.

Dói demais o teu sorriso escondido, as tuas palavras cruéis, o teu olhar indiferente. Dói demais ter te tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
Dói demais (...)

um.



Preciso de ti e sinto a tua falta. Se era isto que precisavas de ouvir para voltar, então está dito.

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